O FUTURO DOS TRANSPLANTES!
Apesar do aumento no número de doadores de órgãos e tecidos nos últimos anos, as filas ainda são grandes e um dos maiores empecilhos é a recusa dos familiares – que são os responsáveis finais em autorizar o procedimento – em concordar com a retirada dos órgãos. ✍️𝘌 𝘣𝘰𝘳𝘢 𝘱𝘳𝘰 𝘵𝘦𝘹𝘵𝘰… Por isso há uma busca constante de novas tecnologias que possam impactar significativamente na redução do tempo de espera dos pacientes, além de aumentar a segurança e a qualidade. Um dos entraves durante a realização de um transplante é o curto tempo de conservação dos órgãos após a retirada do doador. O coração e o rim precisam ser implantados no receptor em no máximo 4 horas, para o pâncreas, fígado e intestino são 12 horas e para os rins é de no máximo 36 horas. Um procedimento que vem sendo desenvolvido nesse aspecto é o de congelamento de órgãos e tecidos, o q ue poderia conservá-los por tempo indeterminado ao mantê-los à uma temperatura de até -196°C. Isso poderia reduzir o descarte...