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EU VOLTEI!

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Bora pro texto... Lá pelos meus 35 anos, estava casado, já tinha detectado minha cardiopatia e estava na lista única de transplante cardiaco do Estado do Paraná e até aposentado... por invalidez.  Com a medicação da época conseguindo compensar a deficiência cardiaca, optou-se pela minha saída da lista e pedi liberação médica para retornar a trabalhar, o que me foi concedido com pequenas restrições. E lá fui eu pra perícia no INSS. Agora imagine a cena: 30 pessoas na fila, 29 buscavam o direito ao benefício e eu querendo voltar ao trabalho. Olhos espantados me fitaram. Na consulta com o médico perito tive que confirmar várias vezes que queria a suspensão da aposentadoria, e tive que assinar um termo que dizia que era EU que estava pedindo a liberação, isentando assim o tal perito de eventuais acontecimentos futuros. Fui trabalhar então como auxiliar de vendas em uma indústria. Naqueles idos eu ainda não tinha uma graduação e estava há mais de uma década sem fazer nem um curso de fim...

O EAD EVOLUIU?

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Bora pro texto... Em 2007 cursei a faculdade de Tecnologia em Logística via EAD. As aulas eram transmitidas ao vivo via satélite para televisores instalados nos pólos. Os alunos iam então uma vez na semana até o pólo no horário que as aulas eram transmitidas e o restante da semana estudávamos em casa. Se faltávamos em alguma aula, o tutor do pólo gravava a aula em fitas VHS, e podíamos agendar pra pegar essa fita e ver as aulas num videocassete em casa. As avaliações eram um trabalho em grupo com os colegas englobando as duas matérias do módulo e ainda uma prova presencial objetiva por disciplina, no papel. Lembro que a modalidade EAD era recomendada para os profissionais que já trabalhavam na área do curso, assim podiam relacionar teoria e prática, melhorando o nível do aprendizado. Felizmente era o meu caso. Era explicitado que os resultados dependiam principalmente do esforço do aluno. Com a profusão quase desenfreada de novas instituições, o que mais se vende hoje não é a relação d...